De um momento para o outro encontro-me a sobrevoar a A2. Sou levada directa ao algarve, por um potente BMW alado, sou uma autêntica Lili Caneças a achar-se princesa. Aterrámos no único sítio onde eu queria estar neste dia 15 de janeiro de 2012, o Vila Joya. Já estava tudo a ser preparado para o tão desejado jantar Koschina & Friends. Senti-me de imediato em casa e corri os cantos todos. A Maria João Almeida, companheira desta viagem, ainda chegou a tempo da prova de vinhos de Carlos Campolargo que entretanto servia os presentes. Nas traseiras da cozinha, um homem vendia facas. Cá fora montava-se bancadas, paineis. Os talheres, eram limpos um a um, as mesas postas, imaculadas. Neste paraíso há uma cadeira, cheia de luz à minha espera e nas floreiras crescem garrafas de MUMM. Mas o paraíso pode esperar que o que eu quero é ir para o centro da terra, a cozinha.
uma espécie de diário visual, emotivo e muito pessoal, sobre até onde a cozinha me pode levar
pão para todos e mais alguns
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a vida no campo (II)
Comi tanto que fiquei prostrada que nem um Cristo, mas as cores do outono (e a água das pedras) ajudaram-me a recuperar rapidamente.
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a vida no campo (I)
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