Mostrar mensagens com a etiqueta Convento do Espinheiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Convento do Espinheiro. Mostrar todas as mensagens

degustação no convento

                                   Mini polvos numa marinada fresca de balsâmico e salicórnia
Vieiras crestadas com puré de aipo e crumble de cebola roxa 
                                  Gaspacho de legumes frescos com uns “Pelinzinho” fritos
                                   Atum rosa sobre um arroz negro perfumado com manjericão
                                 Bacalhau assado sobre uma caldeirada legumes e escorcioneira
  Texturas de porco do montado alentejano com miga de coentros
Carré de Borrego com crosta de ervas aromáticas
                                                    Chocolates improváveis…
Esta sou eu depois de ter cometido o pecado da gula.
Esta é a carta de Verão do restaurante Divinus no Convento do Espinheiro em Évora, elaborada pelo chef Luis Mourão.

a vida no campo (II)

 
Comi tanto que fiquei prostrada que nem um Cristo, mas as cores do outono (e a água das pedras) ajudaram-me a recuperar rapidamente.

a vida no campo (I)


Dinis Pires e Maria Carapinha, mais precisamente o director e a subdirectora do Convento do Espinheiro, são grandes divulgadores dos produtos e dos costumes locais. Todos os meses decorrem no convento as mais variadas actividades, sempre ligadas à terra e à cozinha. Em janeiro pode-se aprender a fazer pão ou compotas, só para dar um pequeno exemplo. Mas desta vez o motivo do convite foi a apresentação da carta de inverno do Chef Luis Mourão. O almoço decorreu na nova Tasca do Chef, que reproduz uma pequena cozinha rural, com lareira e um fogão a lenha. O lugar  ideal para degustar uns belos petiscos acompanhados de um bom vinho. O Vicente Themudo de Castro foi o centro das atenções antes e depois de abrir o computador para mostar o que anda a comer por esse mundo fora.





aparição

 
Foi há muito pouco tempo que ouvi falar pela primeira vez da escorcioneira ou salsifis negro como lhe chamam em Espanha. Foi num jantar no Assinatura em que eu e o João Pedro Diniz comemos um puré de escorcioneira. Mal sabia eu que no Convento do Espinheiro ela me ia aparecer à frente. Foi primeiro à mesa, com os doces (escorcioneira cristalizada) e depois na horta que fiquei a saber tudo sobre a dita raiz. E ainda vim de lá com um saquinho de sementes. É muito interessante a história da escorcioneira, como se pode ver por aqui.