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(IV) almoço inesquecível na salina





Juro que não fui influenciada pelo cenário, as sardinhas foram das melhores que comi, a anchova estava perfeita e do atum nem se fala. Atum da armação dos japoneses, pescado há menos de 48 horas e que ainda fui a tempo de "atacar" em cru. Tudo grelhado na maior das prefeições pelo Manuel Jorge, com anos de prática no "Manel d'Água", o restaurante da família, que entretanto fechou. Deve haver pouca gente em Portugal que saiba grelhar o peixe assim. A salada Montanheira a que o Jorge Raiado chama picadinho e que eu pensava ser para um gaspacho, só pode ter sido feita com amor, aliás como tudo o resto. Amor aos convidados, que fomos tratados que nem uns reis, reis do Sal ou do Algarve, como o vinho, Barranco Longo, produzido pelo Rui Virgínia que foi incansável a abrir garrafas para que ninguém morresse à sede. E a maravilhosa sobremesa feita pelos amigos da Casa Rosada, laranja e brownies, com sal. E mesmo no fim do almoço, o vento ajudou à festa e partiu uma das canas que sustentava o toldo. Foi um almoço inesquecível, a verdadeira cozinha portuguesa no seu melhor.


ice & bubbles


Pois era exactamente em mim que os senhores da Moët & Chandon estavam a pensar quando criaram o Moët Ice Impérial. Um pequeno gole e dá-se "uma rápida fuga para locais quentes e exóticos," dizem. É tudo o que eu quero neste meu verão 2012 em Lisboa a trabalhar — ser transportada para  um "mundo tropical e cheio de sol." Garanto-vos que a sensação de férias está nesta flute de champanhe.




 
 

E não é só a beleza da garrafa lacada de branco e também a da Rita: é a comida do Fernandinho, são as maravilhosas jarras do Zé Miranda. É estar à mesa, rodeada de amigos, a celebrar a vida. Isto sim, são férias.



Querem melhor prova de que o champanhe servido com gelo nos faz sentir em férias? Basta ver-se o ar descontraído e feliz de alguém sempre tão ocupado como Duarte Calvão.  (no verão 2012 em Lisboa)

duval & duval




                                                              A BARRA DO DUVAL

 
 

                                  
                                                          


                                                                   O ALMOÇO
Nunca cheguei a ir ao Faz Gostos que agora acrescentou ao nome, Duval. É o nome do proprietário, o Sr. Duval, algarvio de gema, que muito simpaticamente recebe os seus clientes. A festa de inauguração da nova Barra do Duval foi um sucesso, até deu direito a dança. Porque quando o João Botelho aparece abre-se sempre uma pista...
Mas as novidades do nº11 da Rua Nova da Trindade não ficam por aqui: agora pode-se almoçar, comidinha caseira portuguesa — entrada, prato principal, sobremesa, água, copo de vinho e café, por 15,00 € + IVA = 18,45 €.