Mostrar mensagens com a etiqueta peixe em lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta peixe em lisboa. Mostrar todas as mensagens

tudo se transforma


Embora tardiamente, não posso continuar este blog sem manifestar a minha grande tristeza pela morte do David Lopes Ramos, por quem eu tinha a maior admiração. Aliás, o título e a vontade de fazer este blog provêm do que ele disse durante este debate a que assisti no Peixe em Lisboa.

o fim da festa

 

sempre frescos

Se ao sétimo dia o Miguel Pires já se queixava do cansaço, como terá ele conseguido chegar ao último dia? Pelo que vi, o segredo é vinho branco, água das pedras e nespresso. Por sua vez, o mentor do evento, Duarte Calvão, recorre a métodos mais naturais, como o bocejo.

o último tacho

Este blog faz três anos, começou com o Peixe em Lisboa onde desta vez só consegui ir, mesmo no fim. Da caldeirada o peixe já tinha ido todo, mas ainda apanhei umas batatas com molho e pão para ensopar que, não desfazendo no dito,  é a parte que gosto mais.

para o ano há mais

Este ano não pude assistir à maioria das apresentações dos Chefs mas ainda assim consegui aproveitar a varanda do Pavilhão de Portugal, onde eu era capaz de ficar o resto da vida a devorar o sushi sashimi do Paulo Morais e a contemplar os magníficos fins de tarde de Lisboa à beira-rio

as tendências na alta cozinha

Criação de Alex Atala
Criação de Joan Roca
Nos "desfiles" dos Chefs criadores é de assinalar a moda das lulinhas.

provas & contactos


Duarte Calvão, mentor e organizador do evento, repõe as calorias que gastou na última ida ao ginásio.

Vicente Themudo de Castro conhece Paulina Mata e Virgílio Gomes no mesmo dia.

O cozinheiro viajante de passagem por Portugal.

A partir de agora estou tramada porque a "concorrência", isto é, o Miguel Pires tem uma máquina fotográfiaca igual à minha e anda verdadeiramente entusiasmado com o novo "brinquedo".

amazónia chique




É sempre de uma forma simples e bem humorada que o Chef maior do Brasil apresenta o seu trabalho. Promover os produtos do seu país e incentivar a cultura do produto local é o seu grande desafio. Há dois anos que deixou de usar fois gras e trufas no seu restaurante D.O.M. para explorar o imenso universo de sabores na sua maioria provenientes da amazónia. Desta vez, além de outros ingredientes, deu-nos a conhecer e a cheirar a priprioca e cozinhou um peixe mítico da amazónia, o pirarucu. Defensor da cozinha sustentável, Alex Atala, diz ser favorável às novas tecnologias desde que estas lhe permitam chegar onde a cozinha tradicional não chega. E que o único instrumento 100% seguro com que um cozinheiro pode contar — é a boca.