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o V congresso


Este deve ter sido o único momento em que vi Virgílio Gomes, o anfitrião deste congresso, quietinho. Aqui estão as conclusões dos dois dias de Congresso.

Algumas frases, sem sequência, do que ouvi no primeiro dia:

"A moda é a dos festivais de gastronomia"
"A carne é o mal do mundo"
"Emissão de gases; abate de florestas"
"Há pouco produto porque limitam os produtores"
"Estamos numa encruzilhada"
"A primeira coisa que se nota quando se muda de terra, é o gosto do pão"
"Francine Dupré é Maria de Lourdes Modesto"
"O grão vem da Turquia"
"É preciso gerar espectáculo"
"Um restaurante não pode servir uma couve colhida na horta ao lado"
"Manipulação de ADN"
"Até para as tábuas do queijo ou as caçoilas das chanfanas é preciso pedir um estudo económico"
"Depois do menu turístico, um menu saudável, equilibrado"
"80% do peixe vem de aquacultura e de piscicultura"
"Temos o melhor equipamento do mundo"
"Isto é uma pescadinha de rabo na boca"

ver para querer



São mirradinhas, mas são lapas.

o que comem os chefes?

Em Santarém há a vantagem de escolher uma região do país sem se ter que andar muito. Eis os Chefes António Bóia e Paulo Pinto a almoçarem num sítio calmo da feira, os Açores.


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procura-se uma estrela

No espaço de uma semana vou de um congresso a outro. A cada um, só fui no primeiro dia. O 5º Congresso Nacional de Gastronomia, foi na Feira de Gastronomia de Santarém e desta vez cheguei a horas. "A Gastronomia do nosso tempo" foi o tema do primeiro painel, moderado por Paulo Amado. Um dos participantes, José Bento dos Santos, falou sobre "Os Novos Desafios" e sugeriu que se aparecesse uma estrela na cozinha portuguesa, seria um grande impulso para a mesma. Já estou a ver um Ronaldo ou coisa assim a entrar pela porta do casino para o ano que vem.