são flores...





A minha equipa, José Macieira e José Ferreira e no meio, um rapaz alto que por ali passou. Falta a Maria João Pavão que em vez de cozinhar andava a fotografar para o seu blog. A professora faz flores com abóbora e melancia, como quem descasca batatas!

phanaeng moo—caril vermelho com porco






500 g de porco
pasta de caril Panang
2 chávenas de leite de coco
1 chávena de creme de coco
3 colheres de sopa de molho de peixe
2 colheres de sopa de açúcar de palma
2 colheres de sopa de chili vermelho
1/4 de chávena de basílico doce
4 folhas de lima

Numa frigideira, misturar a pasta de caril com o creme de coco, mexendo constantemente até começar a libertar o aroma do caril. Juntar o porco cortado em pedaços. Manter no lume até cozinhar a carne e juntar o leite de coco e deixar ferver. Temperar com o molho de peixe e o açúcar. Antes de servir juntar as folhas de basílico, e de lima e decorar com malagueta. Para a foto, o Embaixador da Tailândia mexe afincadamente o caril.

hor mok—caril de peixe ao vapor






500 g de filetes de peixe
2 ovos
4-5 chávenas de leite de coco
150 g de pasta de chili
5-6 colheres de sopa de molho de peixe
1 colher de sopa de açúcar
15 folhas de lima
coentros frescos
couve chinesa



Numa panela, misturar o leite de coco com a pasta de chili (atenção, é aqui que se controla o picante!) e o peixe em pedaços. Mexer bem, desfazendo o peixe, até começar a engrossar, juntar então os ovos, mexendo sempre. Adicionar o açúcar, o molho de peixe, as folhas de lima cortadas em tiras finas. À parte misturar 2 chávenas de creme de coco com 2-3 colheres de sopa de farinha de arroz e levar ao lume até ferver. Encher o fundo de pequenos recipientes próprios, com couve escaldada, cortada em tiririnhas, deitar o creme de peixe. Cobrir com uma boa colher de creme de coco, decorar com malagueta e folha de lima cortadas em tiras e coentros. Levar ao forno em banho-maria, durante uns minutos. Quem a tiver pode usar folha de bananeira para forrar o recipiente.

tom kha kai-sopa de leite de coco com frango e galanga




300 g de peito de frango
cogumelos
½ chávena de creme de coco
5 chávenas de leite de coco
100 g de galanga
2 paus de lemon grass cortados em fatias finas
10 kaffir lime leaves (folhas de lima), cortadas em tirinhas
10-15 malaguetas pequenas
folhas de coentros
pés de coentros
3 colheres de sopa de sumo de lima
3 colheres de sopa de molho de peixe

Levar o leite de coco ao lume, quando este começar a ferver, juntar o frango cortado em tiras finas, o galangal o lemon grass, os coentros e as folhas de lima. Adicionar o molho de peixe e sal e deixar ao lume até cozer o frango. Juntar o creme de coco o sumo de lima, as malaguetas cortadas e servir.

O melhor é não seguir a receita à risca. Por exemplo, durante o curso foi acrescentado caldo de galinha (artificial) à sopa. O galangal fresco, não há, por isso costumo substituí-lo por gengibre em menor quantidade e se faço asneira não consegui saber...
Os cogumelos não faziam parte da receita , mas a cozinheira disse que assim ficava mais nutritiva.

os ingredientes

O açúcar de palma, tem um ligeiro sabor a caramelo, pode ser substituído por açúcar mascavado.

O molho de peixe é um ingrediente essencial, é o "sal" tailandês. O molho de ostra, o molho de soja e a pasta de camarão entram nalgumas receitas.
As folhas de lima (kaffir lime leaves) são utilizadas em muitas receitas. Em Portugal podem comprar-se congeladas.
A erva limeira (lemongrass) é outro ingrediente essencial na cozinha tailandesa. Encontra-se à venda congelado.


Sempre fiz a pasta de caril, mas neste curso aprendi que é muito mais simples comprá-la já feita! Convém não abusar na quantidade! É que no primeiro caril que fiz depois do curso ia matando os convidados, tal era o picante.
Todos estes ingredientes podem ser comprados no supermercado oriental da Rua da Palma, 22o, Lisboa.

a cozinha

A cozinha parecia pequena para tanta gente. Mas lá se encaixou tudo, alunos, jornalistas e outros convidados. Eu que sou fotógrafa tive que ficar à frente... As professoras, Ms Chayanit Prampate e Sudaporn Timrurg que vieram de Bangkok.

a tailândia nas olaias

Na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, decorreu o terceiro curso de cozinha tailandesa, organizado em cooperação com a Embaixada da Tailândia. Eu que adoro a cultura e a cozinha daquele país e que ando há anos a aperfeiçoar o meu thai curry, fui logo a correr, toda contente por ter esta oportunidade!

laranja com azeite e mel

Receita do chefe António Nobre (para 4 pessoas):
6 laranjas; 2 dl de azeite extra virgem; 1 dl de mel; canela em pó.
Descascar as laranjas, cortá-las às rodelas e colocá-las numa travessa. Num tacho, levar ao lume o azeite e o mel. Aquecer um pouco e mexer. Deitar por cima das laranjas e deixar marinar um pouco. Na altura de servir polvilhar com canela.

papa-rato

Fiquei a saber o que é papa-rato. É farinheira, acabada de fazer, isto é, ainda mole, esmagada com um garfo e frita em azeite. Aqui servida com alface cortada em juliana.

gaspacho à alentejana




Receita do chefe António Nobre (para quatro pessoas):
6 tomates maduros; 2 pepinos; 1 pimento vermelho; 1 pimento verde; 1 cebola; 3 dentes de alho; 300 g de pão do dia anterior; água bem fria; azeite extra virgem; vinagre de vinho; orégãos; sal. Azeitonas para acompanhar.

Numa tigela, colocar os dentes de alho com um pouco de sal e pisar até ficarem desfeitos. Juntar o azeite extra virgem e o vinagre de vinho e mexer. Juntar o tomate sem peles nem graínhas, o pepino descascado, sem pevides, os pimentos e a cebola, tudo cortado em cubinhos. Adicionar a água bem fresca (o chefe trouxe água do Alentejo!), polvilhar com os orégãos e, se necessário, acrescentar mais sal. Rectificar os temperos a gosto. Cortar o pão em cubos e juntar ao gaspacho na altura de servir.
Nota do chefe: este é um gaspacho pobre, mas para o tornar rico, basta acompanhá-lo com presunto, paio, uvas, carapauzinhos fritos, sardinhas assadas, etc.

piso alentejano

Cheguei atrasada mas ainda a tempo de experimentar as receitas do chefe António Nobre. Primeiro um piso alentejano que me soube às mil maravilhas. Azeite, coentros, alho e sal, pisados num almofariz, e um bom pão alentejano, nada mais simples!

azeites & vinagres

A ViniPortugal e a Casa do Azeite organizam sempre um encontro na última quarta-feira de cada mês. É um evento promocional, com provas, conversas, explanações e mini-workshops, que já vai na 14ª edição. É no Terreiro do Paço, nas instalações da ViniPortugal e a entrada é livre.

outros alimentos







Depois de almoço dei uma volta pelo maravilhoso jardim e dei com um pavão a fezer-me a côrte. Foi um grande momento, pelo menos para mim, que ele deve fazer o mesmo a toda a gente!

a sugestão do hortelão

Todos so meses o chef elege uma erva aromática que lhe serve de inspiração. No mês de Maio será a vez do cebolinho. Eis a informação que consta na ementa deste mês e os pratos confeccionados com este aroma:

"O cebolinho é originário da Sibéria, chamado de “Cebette” na Provença. Deu o nome a um prato “Civet” que consiste num guisado feito com ervas. Tem um sabor idêntico ao da cebola e é muito utilizado nas saladas. Antigamente era usado como antídoto em caso de envenenamento. O cebolinho é anti-séptico, tónico, afrodisíaco e muito rico em vitaminas."

Creme parmentier com camarões
Salada de fígados de aves salteados
Vieiras salteadas com creme de cebolinho
Rolinhos de linguado ao vapor recheados com espargos verdes
Peito de frango com cogumelos, cebolinho e foie gras
Emincé de vitela com molho de soja

a estufa real


Com muita pena minha o chefe Jean Zaragoza não pode estar presente, mas almocei na agradável companhia da Orlanda, relações públicas do restaurante. O meu almoço foi, de entrada, a especialidade da casa, Fígado de pato fumado e fois gras, depois a Empada de galinha com vinho do Porto com rúcula e uma mousse de maracujá que me esqueci de fotografar porque um pavão me distraiu!

o meu jantar II


O prato propriamente dito era camarões salteados com malagueta e coentros e risotto de limão. Se alguém quiser alguma destas receitas é só linkar para o João Pedro Diniz.

o meu jantar I





O jantar tinha três entradas: ovos mexidos com chouriço que, a muito custo não comi, por razões que não vale a pena explicar; boletos salteados em azeite e alho; berbigões com puré de aipo e um molho de beringela "para dar um toque dramático" diz o cozinheiro.

a dona da casa



A anfitriã com o nosso amigo Rodrigo e a tarte que ela fez. Maçã, laranja, mel e canela, depois cobre-se com massa quebrada, leva-se ao forno e já está!

a mesa posta


Estava tudo preparado para nos receber. A casa, que já de si é linda, tinha flores por todo o lado. A luz ajudava ao ambiente, propício à conversa. Eu que o diga.

adivinhem quem fez o jantar


Chego a casa da Lurdinhas e era o João Pedro Diniz a fazer o jantar!