



Mal acabou o vodka, digo, o almoço, isto é, a aula de culinária ucraniana, saí e em vez de descer as escadas resolvo subir. As paredes forradas de azulejos, qual banda desenhada. Estranho, as legendas pareciam em russo.
uma espécie de diário visual, emotivo e muito pessoal, sobre até onde a cozinha me pode levar




Mal acabou o vodka, digo, o almoço, isto é, a aula de culinária ucraniana, saí e em vez de descer as escadas resolvo subir. As paredes forradas de azulejos, qual banda desenhada. Estranho, as legendas pareciam em russo.



Não há nada a fazer. Sim, comi estas ameixas secas TODAS recheadas com nozes e com leite condensado (ainda) por cima. Tive que beber vodka para esquecer que antes comi umas "almôndegas" de batata fritas com salada temperada com maionese precedidas por uma sopa borcht que leva tudo e ainda leva natas. Um dia para engordar.







Tive que deixar a festa e sair a correr para me encontrar com o convidado de honra deste evento, o fotógrafo Georges Dussaud que entretanto fazia uma visita guiada pelas suas obras.







Caril de legumes, caril de ervilhas com paneer, arroz basmati e a sobremesa de semolina. As receitas estão nos blogs destas "colegas de aula de cozinha" que entretanto conheci, a Isabel e a Isabel que não aparecem nesta fotografia. Em cima, de azul turquesa, Shifali, cuja energia transformou este almoço numa festa ainda maior. Em baixo, Priya, que também não parou.



Começa-se por misturar a farinha com água, deixa-se a massa descansar. No fim dá jeito um homem para amassar. Para experimentar.

O panner, o queijo fresco indiano que normalmente é feito em casa. Para um litro de leite a ferver, uma colher de sopa de sumo de limão. Deixa-se por dez minutos e depois escorre-se muito bem através de um pano fino. Coloca-se um peso por cima, uns 30 minutos até ficar uma pasta compacta. Quem quiser fazer pode orientar-se, por aqui.



Pasta de caril, curcuma (açafrão-das-índias), garam masala, sementes de cominhos, arroz basmati, chapatis.


Aqui há tempo, no meu bairro, a Mouraria, decorreu o festival TODOS. Por 5 euros, uma aula de cozinha da Índia e uma refeição. Neste caso também com animação. Se uma família grande enche uma sala, uma família alegre enche-a de vida. Foi o que aconteceu. Formou-se automáticamente uma linha de montagem. Todos preparam os legumes para o caril.