as tendências na alta cozinha

Criação de Alex Atala
Criação de Joan Roca
Nos "desfiles" dos Chefs criadores é de assinalar a moda das lulinhas.

provas & contactos


Duarte Calvão, mentor e organizador do evento, repõe as calorias que gastou na última ida ao ginásio.

Vicente Themudo de Castro conhece Paulina Mata e Virgílio Gomes no mesmo dia.

O cozinheiro viajante de passagem por Portugal.

A partir de agora estou tramada porque a "concorrência", isto é, o Miguel Pires tem uma máquina fotográfiaca igual à minha e anda verdadeiramente entusiasmado com o novo "brinquedo".

amazónia chique




É sempre de uma forma simples e bem humorada que o Chef maior do Brasil apresenta o seu trabalho. Promover os produtos do seu país e incentivar a cultura do produto local é o seu grande desafio. Há dois anos que deixou de usar fois gras e trufas no seu restaurante D.O.M. para explorar o imenso universo de sabores na sua maioria provenientes da amazónia. Desta vez, além de outros ingredientes, deu-nos a conhecer e a cheirar a priprioca e cozinhou um peixe mítico da amazónia, o pirarucu. Defensor da cozinha sustentável, Alex Atala, diz ser favorável às novas tecnologias desde que estas lhe permitam chegar onde a cozinha tradicional não chega. E que o único instrumento 100% seguro com que um cozinheiro pode contar — é a boca.

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O João Carlos Silva veio carregado de produtos frescos de S.Tomé e Príncipe e vai cozinhar no Clube de Jornalistas durante três dias. Fruta-pão, safu, cajamanga, carambola, maracujá, jaca, goiaba, baunilha, mosquito, micocó, malagueta entre outros e chocolate, muito chocolate, do Cláudio Corallo, claro está. Quem quer vir experimentar?

a terra destilada



Para mim foi um momento emocionante, a apresentação dos irmãos Roca. A alta cozinha ou mais precisamente, a cozinha de vanguarda, é como a arte contemporânea, é preciso saber para se entender. É a técnica ao serviço das emoções. No que me toca e só de ver, fez-me lembrar quando o meu filho tinha cinco anos. Estava calor, tinha acabado de chover e o cheiro a terra molhada era intenso. Ele fechou os olhos e deliciado, disse: "Hummm, que cheirinho a sopa de cogumelos!"

a minha pesca

O "estrelado" José Avillez do Tavares na sua exposição multimédia

Leonel Pereira e a equipa do Panorama com Virgílio Gomes

Nuno Dinis da York House com Henrique Leis

Vincent Farges da Fortaleza do Guincho e a sua equipa

André Magalhães a "vender" o movimento Slow Food

A hortelã gigante do jardim da Viviane (A Travessa)

O pão do António (A Travessa)

Joachim Koerper do Eleven à conversa com José Bento dos Santos

uma mesa marcada


Foi por altura do Peixe em Lisboa que este blog começou, faz agora um ano. Para comemorar "convidei" algum "peixe graúdo" para um almoço informal na varanda do Pavilhão de Portugal. Foram distribuídas senhas por todos, de igual quantia, que cada um usou como bem entendeu. E há quem tenha feito uma boa escolha.

a casa arrumada

Estes dias de silêncio devem-se à falta de memória, não à minha, por enquanto, mas à do computador. Coitado, não aguentou tanto megapixel. Descarregar, arrumar, limpar. Onde é que eu já vi isto?

lampreia


Mais um glorioso almoço do "grupo da lampreia" que há vários anos se junta para devorar este delicioso prato. Este ano mudámos de restaurante e achei que este arroz estava demasiado temperado. Já foi há um mês, mas este blog não prima pela actualidade. Quem quiser notícias fresquinhas deve ir à mesa marcada.

lisboa-helsínquia









Sim, em Helsínquia fui ao supermercado e vim com excesso de bagagem, sim. Como se estivesse em casa. Isto para tentar reproduzir o que lá comi. O prato principal foi uma sopa borchst na qual me apliquei durante toda a tarde, depois de ter lido todas as receitas que encontrei, e que não eram poucas, fiz a minha interpretação. A assinalar, no fim, antes das natas azedas, misturei um pouco de toucinho pisado com alho e salsa. Ficou tão boa que até me esqueci de a fotografar. O bolo de chocolate foi o melhor que já fiz, mas estava longe de ser tão bom como o da Verna (a receita há-de vir no livro). A bebida do jantar foi vodka. Chove em Lisboa.

m de muito bom




Champanhe para comemorar a edição do livro. Uma sauna a seguir, antes do jantar de despedida: rena, puré de batata, groselhas silvestres e beterraba. Ao contrário do que a fotografia mostra, este foi o melhor bolo de chocolate que comi. A receita vem no livro, que vai ser editado em filãndes, por enquanto. E pronto, volto a casa, é noite, outra vez.

branca e fria



A cidade branca silenciosa. A tarde no bosque a fotografar a cores o preto e branco. O pão, os pães todos maravilhosos. Alko para o álcool. E uma lata de litro de cerveja, que por azar, não gosto. Valeu-me o vodka.